demo · registo diário de loja com exportação para Excel
Hoje
Preencha os quadros por ordem, de cima para baixo, e no fim carregue em Guardar folha.
As somas são feitas pela aplicação — não precisa de as fazer.
Se tiver alguma dúvida, carregue em Como se usa, no canto
superior direito. Nada do que fizer aqui é definitivo: pode voltar a abrir o mesmo dia e corrigir.
1Identificação
2Pagamentos com cartão (TPA)
Copie estes valores do talão de fecho do terminal de cartões:
o total sem comissões e as comissões. Há uma caixa por terminal.
O (B) Total MB é somado pela aplicação.
Diga qual é o terminal de cartões desta loja
Nada vem escolhido de fábrica. Escolha o terminal com o
nome do banco — é esse nome que vai aparecer por cima das caixas onde copia os valores do talão,
na folha e no Excel. Faz-se uma vez: fica guardado nesta loja e esta pergunta não volta a aparecer.
Se esta loja tiver mais do que um terminal, acrescente os outros
em Configuração — passa a haver uma caixa por terminal. Se o nome
do terminal não estiver na lista, use + Outro terminal… e escreva-o.
O banco onde a loja deposita o numerário não se pergunta aqui: escolhe-se no
Resumo do Período, quando o depósito for feito, e pode ser diferente de semana para semana.
Restantes valores do dia
Deixe em branco o que não houver — não é preciso
escrever zeros. O (E) Numerário é o dinheiro da caixa já sem o fundo de caixa, e é o
valor que vai a depósito.
Dúvidas nestes campos?
(F) Glovo — soma das vendas por essa via. Junte a 2.ª via do talão Glovo e o talão do ERP.
(G) Descontos TPA — o valor dos descontos de parcerias feitos no terminal, por
exemplo o cartão do SLB. A venda foi registada pelo valor todo, mas essa parte não entra no dinheiro
da loja: é ela que se escreve aqui, para a folha fechar.
Não é a mesma coisa que as (D) comissões — essas são o que o banco cobra pelas transações do
dia e já vêm no talão do terminal. O desconto de parceria é à parte, e não é debitado à empresa.
(L) Ticket — Ticket Educação/Ensino, Euroticket Estudante, só em papel. Em cartão
passa no terminal como um multibanco e já vem no talão de fecho: escrevê-lo aqui conta o valor
duas vezes.
(K) Cheque oferta — só quando o cliente paga com um cheque. Comprar um cheque é
uma venda normal, com o dinheiro a entrar em numerário ou no cartão. O cheque nunca se troca por
dinheiro: se a compra for menor, o ERP emite um cheque novo com a diferença.
Conferência do dia
Tem de dizer FECHA, a verde: quer dizer que as formas de
pagamento somam exatamente o total do ERP. Se não fechar, a aplicação diz quanto falta ou sobra — reveja
antes de guardar.
Diferença — tem de ser justificada
Se houver algum comprovativo — o talão do terminal, uma fotografia
da caixa —, junte-o aqui.
3Ocorrências, documentos e assinatura
Carregue no botão uma vez por cada ocorrência que houve.
Duas devoluções no mesmo dia são duas linhas. Se não houve nenhuma, não faça nada.
Isto mexe nas contas do dia?
Não, e é de propósito. Estas linhas são o registo do que aconteceu — não são valores a somar
nem a subtrair. Não faça conta nenhuma por causa delas.
A razão é simples: tudo isto também é lançado no ERP, e o (A) Total do ERP que copia
para a folha já vem com esses acertos feitos. A folha de caixa segue o ERP.
Anulação — o talão foi anulado no ERP, por isso essa venda já não conta no (A).
Se o dinheiro tinha entrado na caixa, tem de sair outra vez; se ficar lá, no fim do dia há dinheiro
a mais e a folha não fecha.
Devolução — o dinheiro sai da caixa e o ERP baixa as vendas do mesmo valor: as vendas e o
numerário descem juntos, e a folha fecha na mesma.
Troca — depende do que o cliente levou:
· pelo mesmo valor — não entra nem sai dinheiro, e o (A) não muda. Só a linha aqui.
· por um artigo mais caro — o cliente paga a diferença. Essa diferença é um pagamento
como outro qualquer: entra no (E) Numerário ou no terminal, conforme foi paga, e o (A) sobe
o mesmo. Fecha.
· por um artigo mais barato — a diferença volta para o cliente. Se voltar em dinheiro,
sai da caixa e o (A) desce o mesmo valor. Fecha.
Nunca ponha nada disto nas Despesas. Despesas são compras feitas pela loja. Se puser
aqui uma devolução ou uma troca, tira o valor duas vezes e a folha passa a estar errada.
Se alguma destas coisas acontecer depois do fecho do ERP, conta para o dia seguinte —
escreva-a em Observações e guarde o documento para quem fizer a folha de amanhã.
Despesas pagas pela caixa
Dinheiro que saiu da caixa porque a loja comprou alguma
coisa: correio, material de limpeza, material de papelaria, álcool. Desconta ao valor a depositar.
Guarde a fatura e fotografe-a no botão da própria linha.
Três regras que a sede exige
1. A despesa tem de ser autorizada pela coordenação, e o valor é sempre baixo.
2. A fatura tem de levar o NIF da empresa. Sem contribuinte, a
despesa não é aceite.
3. Escreva o tipo de despesa — correio, material de limpeza, material de papelaria,
álcool… “Compras” não chega.
Dinheiro devolvido a um cliente não é uma despesa —
vai em ocorrências:
Documentos do dia (o que hoje se agrafa)
Fotografe ou arraste aqui os documentos do dia
fotos, digitalizações, PDF, Excel ou Word · também pode colar com Ctrl+V
É o que antes se agrafava. As fotografias vão dentro do Excel;
os PDF e outros ficheiros seguem ao lado, no mesmo ZIP.
4Auditoria — na manhã seguinte
Preenche quem confere a folha, no dia seguinte — não é quem a fez.
Pode ficar em branco agora e ser preenchido depois, abrindo o dia a partir do Histórico.
Escreva aqui qualquer divergência ou problema que encontre ao conferir: valores que não batem certo,
talões em falta, uma despesa sem fatura, uma diferença mal justificada. Se estiver tudo certo, deixe em branco.
O que escrever fica guardado na folha, aparece no Histórico e sai no Excel que vai para a financeira.
Depois de conferida, a folha deixa de aparecer como POR CONFERIR no Histórico.
Se deixou uma nota, fica marcada COM NOTA — no Histórico e no Resumo do Período — para não passar despercebida.
Este quadro usa-se no fim da semana. Faça três coisas, por esta ordem: confirme que não falta nenhum
dia, preencha os dados do depósito e carregue em Exportar Excel do período.
É esse ficheiro que segue para a financeira.
Confirmar a semana
Se a semana passar de um mês para o outro, carregue em Cortar no fim do mês e faça duas folhas, como no papel.
Depósito de numerário
O valor aparece sugerido, somado a partir dos dias da semana.
Corrija-o se o depósito tiver sido outro. Para o depósito ficar registado, preencha pelo menos a
data no ERP, o n.º da Folha de CX ou quem depositou.
O banco é opcional: se a loja usar mais do que um, ou se o depósito
não for feito todas as semanas, deixe por escolher — a folha grava na mesma. Escolha-o quando souber:
é o que diz à financeira para onde foi o dinheiro.
Rotina da sede: a semana vai de segunda a domingo; o depósito
faz-se à terça-feira; o talão do depósito junta-se a este resumo e o depósito regista-se na folha
de caixa desse dia, no ERP. Se o mês acabar a meio da semana, faz-se um resumo só até ao fim do mês.
O Excel leva o resumo, cada dia e os documentos do período.
Aqui estão todas as folhas já feitas. Carregue em Abrir, na linha do dia que quiser, para corrigir
uma folha ou para preencher a auditoria da manhã seguinte.
Folhas registadas
Períodos e depósitos
Semanas já resumidas e o que foi depositado em cada uma. Usa o mesmo filtro de loja e datas.
Documentos guardados
Fotos e ficheiros anexados às folhas, guardados neste computador. Segue o mesmo filtro de loja e datas.
A calcular…
Apaga em todas as lojas. Guarde primeiro o Excel do período — é lá que as fotos ficam.
Cópia de segurança
Os dados ficam guardados neste computador. Ao importar, as folhas de dias que
ainda não existem aqui entram sempre. Se o ficheiro trouxer dias que já existem, a aplicação
pergunta primeiro se quer ficar com a versão do ficheiro ou manter a que está guardada.
Esta parte configura-se uma vez, quando a aplicação é instalada na loja. No dia a dia não é preciso
vir aqui.
Não há botão de guardar: cada alteração fica guardada assim
que a faz, e aparece uma confirmação em cima.
Lojas
Lojas escondidas
Traz de volta tudo o que esteja escondido e
confirma que as nove lojas estão na lista. Não apaga nada e não mexe nas que já lá estão.
Normalmente não precisa deste botão: as nove lojas são permanentes e a aplicação repõe
sozinha, ao abrir, qualquer uma que falte.
Terminal e banco: qual é a diferença?
O terminal é a máquina dos cartões que está no balcão. É de lá que
vêm os valores sem comissões e as comissões, e é o nome dele que aparece na folha e no Excel — por
isso se escolhe com o nome do banco (MB CGD, MB Millennium, Revolut) e não o
genérico TPA. Se a loja tiver mais do que um, + Terminal acrescenta outro; se o nome não
estiver na lista, + Outro terminal… acrescenta-o para todas as lojas.
O banco é onde a loja entrega o numerário ao balcão. Não tem nada a ver com o terminal, e é
opcional aqui: escolhe-se no Resumo do Período, quando o depósito for feito.
Pasta do computador — opcional
Uma comodidade para lojas que digitalizam num multifunções.
Não é preciso para nada: os documentos anexam-se na Folha Diária com Tirar foto ou
Escolher ficheiro. Mostrar como funciona
Como se anexam os documentos, no dia a dia: na Folha Diária, com
Tirar foto (câmara do computador), Escolher ficheiro (qualquer ficheiro do PC) ou Ctrl+V.
Isto funciona em qualquer computador e é o que as lojas devem usar.
A app não recebe fotos de telemóveis nem de tablets, e não liga à internet.
Para que serve ligar uma pasta
A app pode ficar a olhar para uma pasta deste computador e mostrar os ficheiros que lá aparecem,
para serem anexados com um clique. É útil se a loja digitalizar os documentos no multifunções para uma pasta,
ou se descarregar para lá as fotos do tablet por cabo. Quem põe os ficheiros na pasta é sempre uma pessoa
ou o multifunções — não é o tablet sozinho. E a app só procura quando se carrega em
Procurar ficheiros novos.
Se quiser ligar a pasta
Abrir a app no Microsoft Edge (já vem no Windows) ou no Chrome: botão direito no ficheiro →
Abrir com → Escolher outra aplicação → Edge → Utilizar sempre.
No Firefox e no Brave a app funciona toda, mas esta pasta não.
Escolher a pasta onde os documentos ficam (a do multifunções, por exemplo).
Na Folha Diária: Ligar pasta… e escolher essa pasta. Fica ligada para as próximas vezes.
Se não ligar pasta nenhuma, não falta nada: usam-se
Tirar foto, Escolher ficheiro ou Ctrl+V.
Pasta do computador (opcional)Se a loja tiver uma pasta onde ficam as digitalizações, ligue-a aqui e a app procura lá ficheiros novos. Nada é automático: tem sempre de carregar em Procurar.
Campos opcionais
Cada loja tem os seus. Desligue os campos que aquela loja
não usa — desaparecem da folha diária dessa loja, e só dessa. Uma loja sem Glovo não tem de ver o campo
do Glovo.
Se um campo desligado tiver valor numa folha já feita, ele reaparece nessa folha, para não se perder nada.
Regra de conferência: (A) Total do ERP = (B) Total MB + (E) Numerário + (F) Glovo
+ (G) Descontos TPA + (H) Outras + (K) Cheque oferta + (L) Ticket + (M) Uber.
As despesas e as diferenças ficam de fora desta soma — nenhuma das duas é uma
venda. O que fazem é descontar ao dinheiro que há para depositar:
NUMERÁRIO A DEPOSITAR = numerário − despesas − diferenças As despesas são dinheiro que saiu da caixa para pagar alguma coisa. A diferença é o
desencontro entre o dinheiro que devia estar na caixa e o que lá está de facto — um engano no troco,
por exemplo.
Não tem de pensar no sinal. Escreva quanto foi a diferença e carregue em Faltou dinheiro
ou Sobrou dinheiro; a aplicação põe o sinal e escreve por extenso o que entendeu.
(Se quiser saber: como o valor a depositar é (E) − (I) − (J), uma falta tem de ser positiva
para descontar, e uma sobra negativa para acrescentar. É o contrário do que parece — por isso é a
aplicação que trata disso.)
Esta aplicação faz o mesmo que a folha de caixa em papel: no fim do dia, regista o que
se vendeu e por que meio de pagamento. O trabalho não muda — continua a fechar o ERP, a tirar o talão
do terminal de cartões e a guardar os documentos. O que muda é que, em vez de escrever à mão e agrafar,
escreve aqui, e no fim da semana envia um ficheiro à financeira.
Os dados ficam guardados neste computador. Não vão para a internet nem para lado nenhum.
Guarde o papel o tempo que a contabilidade exigir. As fotografias são uma cópia; não substituem
o original.
Se se enganar, não faz mal. Nada aqui é definitivo: pode abrir o mesmo dia outra vez e corrigir.
Antes de começar — uma vez por loja
Na primeira vez que abrir uma loja, o quadro dos cartões dá lugar a uma pergunta.
Não é um erro: é a aplicação a recusar-se a adivinhar o que só a loja sabe. O resto da folha continua
à vista; só não se pode guardar enquanto não responder.
1
O terminal de cartões — e com o nome do
banco: MB CGD, MB Millennium, Revolut. É este nome que vai aparecer por cima das
caixas onde copia os valores do talão, e é este nome que a financeira vê no Excel. Um terminal chamado
só TPA não diz de onde veio o dinheiro.
2
Escolhido o terminal, a folha abre e a
pergunta nunca mais aparece nessa loja. Fica guardado neste computador. Pode mudar quando quiser,
em Configuração.
Se a loja tiver dois terminais, escolha aqui um e acrescente o outro em
Configuração — passam a aparecer duas caixas na folha, cada uma com o seu nome.
Se o nome do terminal não estiver na lista, use + Outro terminal… e escreva-o — mas
escreva o banco, não «TPA». TPA sozinho é o nome genérico e não diz de onde veio o
dinheiro: a aplicação não o aceita, nem aqui nem em Configuração.
Todos os dias, ao fechar a loja
1
Confirme a loja e a data no cimo
da folha. A data já vem preenchida com o dia de hoje. Se estiver a lançar um dia atrasado, mude-a: a folha
desse dia abre com o que já lá estiver escrito.
2
Escreva o FCX N.º ERP, que é o número que
o ERP deu à folha de caixa. A aplicação sugere o número a seguir ao da última folha desta loja, mas é
apenas uma sugestão: confirme sempre no ERP. Na primeira folha de uma loja o campo aparece vazio.
Se o número que escrever saltar algum, ou recuar, a aplicação avisa por baixo. Não a
impede de guardar — às vezes o salto é mesmo assim —, mas a sede conta os saltos de numeração e as
folhas duplicadas como erro, por isso vale a pena confirmar no ERP antes.
3
Escreva o seu nome e o seu login.
É a assinatura de quem faz a folha. Como não é sempre a mesma pessoa, a aplicação limpa estes dois campos
cada vez que se muda de dia — para que ninguém assine sem dar por isso.
4
Pegue no talão de fecho do terminal de
cartões e copie dois valores para as caixas com o nome desse terminal: o total sem comissões
e as comissões. Se a loja tiver dois terminais, há dois quadros, cada um com o seu nome.
O Total MB é somado pela aplicação — não precisa de o escrever.
5
Escreva o Total do ERP — o valor do
fecho — e depois os restantes: numerário, Glovo, descontos de parcerias, cheque oferta, ticket, Uber.
O que não houver deixa-se em branco: não é preciso escrever zeros.
6
Atenção ao Numerário. Não é a gaveta
toda: é o dinheiro que está na caixa depois de tirar o fundo de caixa, aquele troco que fica lá
sempre. É a isto que a folha em papel chama numerário real, e é este valor que vai a depósito.
Se o fundo desta loja estiver escrito em Configuração, a aplicação lembra-lho ali ao lado.
7
Olhe para a Conferência do dia. Tem de
aparecer FECHA, escrito a verde. É a mesma conta que se faz no papel: o total do ERP tem de ser
igual à soma dos meios de pagamento. Se não fechar, a aplicação diz quanto falta ou sobra.
8
Registe as despesas e as
ocorrências, se as houver, e junte os documentos do dia.
9
Carregue em Guardar folha. Se quiser
logo o Excel só deste dia, use Guardar e exportar Excel do dia — mas o ficheiro que segue para a
financeira é o da semana, não este.
Se não fechar, a aplicação diz exatamente quanto falta ou sobra. Quase sempre
é um engano, não uma diferença a sério: um algarismo trocado, um campo esquecido, o cheque oferta que
ninguém registou. Confira primeiro o talão do terminal e o mapa do ERP. Só depois de ter a certeza de que
os valores estão certos é que se declara uma diferença — e aí é obrigatório explicá-la
(é a secção a seguir).
Se a loja esteve encerrada — feriado, obras, o que for —, marque a caixa
Loja encerrada / feriado e guarde. A folha fica vazia, não pede nome nem conferência, dispensa o
número da FCX (um dia encerrado não gera folha no ERP, e a numeração salta para o dia seguinte) e o dia
deixa de aparecer como em falta no resumo da semana.
Diferenças
A sede é clara nisto: a diferença de caixa é para quando existe disparidade
nos valores e não se encontra o erro — e deve ser evitada ao máximo. Antes de a declarar,
confira outra vez os modos de pagamento, o talão de fecho do TPA e o do ERP. Só quando o erro não
aparece mesmo é que se declara uma diferença.
É normal haver diferenças. Um engano no troco, uma nota trocada, falta de moedas, um
valor mal introduzido no terminal de cartões. A aplicação está feita para isso e não o obriga a esconder nada.
A diferença escreve-se na caixa das Diferenças — é a que tem o (J), a mesma do papel.
Assim que lá puser um valor, aparece um quadro a perguntar onde foi e porquê. Enquanto não houver
diferença nenhuma, esse quadro nem aparece.
1
Escreva quanto foi a diferença, na
caixa das Diferenças. Só o valor — não se preocupe com sinais.
2
Carregue em Faltou dinheiro ou em
Sobrou dinheiro. A aplicação escreve por extenso o que percebeu — FALTARAM 2,00 € —,
para se ver logo se está certo. Se estiver trocado, carregue no outro botão.
3
Diga onde foi a diferença. São duas
coisas diferentes, e a aplicação trata cada uma à sua maneira:
No dinheiro da caixa
Um engano no troco, falta de moedas. As vendas estão certas, por isso
a folha fecha na mesma. O que muda é o dinheiro: a diferença desconta ao valor a depositar,
porque esse dinheiro não está lá para depositar.
No MB / terminal de cartões
Alguém introduziu no terminal um valor diferente do da venda.
Aí é a própria venda que ficou registada com outro valor: a diferença entra na conferência, para a
folha bater certo com o total do ERP. O dinheiro da caixa não é afetado e deposita-se o mesmo
de sempre.
4
A justificação é obrigatória, nos
dois casos. Enquanto não escrever o que aconteceu, a aplicação não guarda a folha. Não é um aviso que se
possa dispensar — é essa frase que a auditoria vai ler no dia seguinte.
Uma diferença não estraga a folha nem faz dela um erro. Fica é assinalada em todo o lado —
no Histórico, no resumo da semana e no Excel —, sempre com a sua explicação ao lado.
Despesas pagas pela caixa
·
Se saiu dinheiro da caixa para comprar
alguma coisa — uma vassoura de 7 €, por exemplo —, carregue em + Despesa e escreva o que foi
e quanto custou. Uma linha por despesa.
·
Escreva o tipo de despesa, não só
"compras": correio, material de limpeza, material de papelaria, álcool. É o
que a sede procura quando confere.
·
A despesa tem de ser autorizada pela
coordenação e o valor é sempre baixo. E a fatura tem de levar o NIF da empresa — sem contribuinte, a despesa não é aceite e volta para trás.
·
A caixa das Despesas passa a ser
preenchida pela aplicação, com a soma das linhas, e fica bloqueada. Enquanto não houver linhas nenhumas,
pode escrevê-la à mão.
·
Cada despesa tem os seus botões
Câmara e Ficheiro, para o comprovativo ficar ligado àquela linha e não a um monte solto.
As despesas não entram na conta das vendas. A venda já estava feita; o dinheiro
só saiu da caixa depois. O que fazem é reduzir o que há para depositar — que é exatamente o que
a folha em papel diz na linha VALOR A DEPOSITAR NO BANCO: numerário menos despesas.
Anulações, devoluções e trocas
·
Carregue em + Anulação,
+ Devolução, + Troca ou + Outra, conforme o caso. Pode acrescentar quantas
quiser do mesmo tipo: dois talões anulados no mesmo dia são duas linhas.
·
Escreva o que aconteceu com detalhe
suficiente para se perceber daqui a três meses: número do talão, valor, motivo.
·
Cada ocorrência tem também os seus botões
de comprovativo, para juntar o talão anulado ou o vale de reembolso.
A folha em papel não se rasura. Nada de corretor nem de riscar: se houver um
erro, substitui-se a folha por uma nova. É uma obrigação fiscal, e uma folha rasurada ou com letra
ilegível volta da sede.
Vales e faturas simplificadas duplicados têm de ser anulados no próprio dia. Depois
de o documento seguir para a sede já não se corrige na loja, e o que fica é uma diferença de caixa por
explicar.
Numa devolução, o dinheiro sai da caixa em numerário, com o
vale de reembolso rubricado entregue ao cliente. Não é preciso fazer conta nenhuma: o ERP também
baixa as vendas do mesmo valor, por isso as vendas e o numerário descem juntos e a folha fecha na mesma.
Não escreva a devolução nas Despesas. As despesas são compras feitas pela loja; uma
devolução é uma venda desfeita. Se a puser em despesas, tira o valor duas vezes.
Se o artigo foi comprado noutra loja, o vale de reembolso leva o número da fatura original, a loja
onde foi comprado e — se a fatura tinha NIF — também o NIF.
Uma troca não obriga a conta nenhuma, seja qual for o valor do artigo novo.
O ERP regista a devolução do artigo antigo e a venda do novo, e o (A) que copia para a folha já
vem acertado. O que conta para a folha é só uma coisa: se entrou ou saiu dinheiro da caixa.
· Troca pelo mesmo valor — não mexe em nada. Fica só a linha em + Troca.
· Troca por um artigo mais caro — o cliente paga a diferença, e essa diferença entra como
qualquer outro pagamento: no (E) Numerário se pagou em dinheiro, no terminal se pagou com cartão.
O (A) sobe o mesmo valor, por isso fecha.
· Troca por um artigo mais barato — a diferença volta para o cliente. Saindo em dinheiro, o
numerário desce e o (A) desce o mesmo. Fecha na mesma.
Numa anulação é igual: o talão anulado já não conta no (A). O cuidado é outro — se o dinheiro
chegou a entrar na caixa, tem de sair; senão fica dinheiro a mais e a folha não fecha.
Devolver dinheiro sem uma devolução em condições é caso limite, precisa de
autorização da coordenação e obriga a uma Nota de Pagamento. Não se tira dinheiro da caixa sem
documento nenhum.
Uma venda feita depois do fecho do ERP conta para o dia seguinte. Não se faz um
fecho novo: escreve-se uma nota em Observações e guarda-se a 2.ª via do documento para quem fizer
a folha do dia a seguir.
Documentos — o que antes se agrafava
·
Tirar foto — abre a câmara.
Num tablet abre a câmara do tablet, que é a forma mais prática de fotografar um talão. Num
computador com câmara, abre uma janela dentro da própria aplicação.
·
Escolher ficheiro — para o que
já está guardado: uma digitalização, ou uma fatura em PDF ou Excel que veio por email.
Também aceita Word e ficheiros de texto.
·
Ctrl+V — cola uma imagem que
tenha copiado, por exemplo um comprovativo recortado do ecrã do banco.
·
Em Anexar como, escolha o que
aquele documento é: talão de fecho, mapa de vendas, comprovativo de depósito. É por esse nome que ele
aparece identificado no Excel.
·
Retirar tira um documento da
folha. Retirar todos tira os desse dia.
No Excel da semana, as fotografias vão lá dentro, uma por página e identificadas.
Os PDF, os Excel e os outros ficheiros não cabem dentro de uma folha de cálculo: nesse caso a aplicação
gera um ficheiro ZIP, com o Excel mais uma pasta chamada "anexos". É esse ZIP que envia.
A ordem por que se agrafava, e por que se fotografa: primeiro o talão do
TPA com comissões (abertura, vendas e fecho, de baixo para cima), depois o do TPA sem
comissões, e por fim os talões de fecho do ERP, pela ordem em que saíram. Fotografe-os por
esta mesma ordem: é assim que aparecem no Excel e é assim que a sede está habituada a lê-los.
No caso do cheque oferta descontado, reimprima o talão da compra e junte-o ao talão do cheque
que o cliente trouxe — os dois, na mesma folha.
Na manhã seguinte, quem confere
·
Vá ao Histórico, encontre a folha
do dia anterior e carregue em Abrir. Ela volta à Folha Diária tal como foi guardada.
·
Preencha o cartão 4 — Auditoria,
no fim da folha: o seu nome, o seu login e a data da conferência. O botão Pôr a data de hoje é
só um atalho para não ter de escrever a data à mão — não preenche o nome, que tem de ser o seu.
·
Se encontrar alguma coisa errada,
escreva-a em Notas de quem confere, no mesmo cartão: valores que não batem certo, talões em falta,
uma despesa sem fatura, um número de FCX que salta, um depósito que não foi feito. Escreva o que viu, em
poucas palavras — é isso que a financeira vai ler. Se estiver tudo certo, deixe a nota em branco.
·
Carregue em Guardar folha. O selo
do cartão passa de POR CONFERIR a CONFERIDA, e a marca amarela desaparece do Histórico.
Se tiver escrito uma nota, o selo fica CONFERIDA, COM NOTA e o Histórico mostra COM NOTA,
para ninguém deixar passar o assunto.
Quem abre a loja de manhã confere as duas versões: esta folha e a folha de caixa
no ERP. E confirma que a folha do dia anterior chegou mesmo a ser inserida no ERP — é aí que
costumam aparecer os saltos de numeração e as folhas em falta.
No fim da semana
·
Abra o Resumo do Período e
confirme a loja e as datas. Os botões Anterior e Seguinte saltam de semana em semana.
·
Veja o quadro. A aplicação avisa se
faltar algum dia ou se algum dia não fechar, e lista as diferenças de caixa da semana com
as respetivas explicações. Corrija antes de exportar.
·
Preencha o depósito: a data em
que foi registado no ERP, o número da Folha de CX, o valor, o banco e quem o fez. O valor já vem sugerido —
corrija-o se o depósito tiver sido outro.
·
Carregue em Exportar Excel do
período. É esse ficheiro — ou o ZIP, se houver anexos que não sejam fotografias — que segue para a
financeira.
O calendário da sede: a semana conta de segunda a domingo. O depósito é
feito à terça-feira, e o talão do depósito junta-se a este resumo — além de ficar registado, nesse
dia, na folha de caixa do ERP. Os documentos seguem para a sede duas vezes por mês, a 1 e a 15.
O resumo da semana não se deixa para o fim: preenche-se todos os dias, por quem faz e assina a
folha desse dia.
A folha de caixa é uma obrigação fiscal da Autoridade Tributária, de arquivo
obrigatório durante 10 anos. Por isso é que nada aqui se apaga sozinho e o Excel leva tudo:
valores, explicações e documentos.
Se a semana passar de um mês para o outro, carregue em Cortar no fim do mês.
A aplicação fecha o período no último dia do mês, e o botão Seguinte abre os dias que sobraram.
Ficam duas folhas, tal como se faz no papel.
Histórico — o que lá está
Folhas registadas
Todos os dias já lançados, com o total, o numerário, a diferença de
caixa, se fecha e se já foi conferido. Abrir traz a folha de volta; Apagar apaga-a
deste computador, com os documentos que tinha.
Períodos e depósitos
As semanas em que já foi registado um depósito, com o que havia a
depositar e o que foi depositado. Se os dois valores não coincidirem, aparece difere com a
diferença ao lado.
Documentos guardados
As fotografias e os ficheiros gravados neste computador, dia a dia.
Ver mostra-os; Apagar apaga os desse dia. Em baixo pode apagar tudo até uma data, depois
de ter arquivado os Excel.
Cópia de segurança
Exportar tudo guarda todas as folhas num Excel. Importar
lê de volta um Excel desta aplicação. Os dias que faltam aqui entram sempre; se o ficheiro
trouxer dias que já existem, pergunta primeiro se quer a versão do ficheiro ou manter a
que está guardada.
Configuração — faz-se uma vez
Não há botão de guardar. Cada coisa que muda fica guardada nesse instante, e
aparece uma confirmação em cima do ecrã. Se não apareceu confirmação, a alteração não chegou a ser feita.
·
Terminais de cartões. Escolhem-se
de uma lista, pelo nome do banco. + Terminal acrescenta outro; o × retira. Cada terminal tem
as suas duas caixas — sem comissões e comissões —, na folha e no Excel. Uma loja marcada
POR DEFINIR a vermelho ainda não
escolheu — e enquanto não escolher, a folha diária dessa loja não abre para dias novos.
·
Fundo de caixa. O troco que fica
sempre na caixa. Não entra em conta nenhuma: serve só de lembrete ao preencher o Numerário, que
é o dinheiro da caixa já sem esse fundo. Se variar de dia para dia, deixe em branco.
·
Banco onde deposita o numerário —
opcional. Não tem nada a ver com o terminal dos cartões. Se a loja depositar quase sempre no mesmo
banco, escolha-o aqui e ele vem já preenchido no Resumo do Período; se usar vários, deixe por escolher e
escolha-o lá, semana a semana. Se faltar algum banco na lista, + Outro banco… acrescenta-o para
todas as lojas.
·
Campos opcionais. São de cada
loja: há um bloco por loja, e desligar o Uber numa não o desliga nas outras. Servem só para tirar da
folha o que aquela loja nunca usa. Se um campo desligado tiver valor numa folha antiga, ele continua a
aparecer nessa folha e no Excel — nunca se perde dinheiro por causa de um pico.
·
Lojas. As nove lojas são
permanentes: não há forma de as apagar, e se alguma faltar a aplicação repõe-na sozinha ao abrir.
Pode mudar o nome de uma loja — as folhas guardadas e os documentos acompanham, e a loja não volta a
aparecer com o nome antigo. Duas lojas não podem ter o mesmo nome.
·
Esconder tira uma loja da lista da
Folha Diária, para quem só trabalha numa e não quer as outras a estorvar. Não apaga nada: as
folhas, os terminais e os documentos ficam todos, a loja continua no Histórico, e traz-se de volta em
Lojas escondidas, logo por baixo.
As marcas coloridas — o que quer dizer cada uma
A aplicação fala por marcas de cor. Verde é «pode seguir»,
amarelo é «veja isto antes de seguir», vermelho é «não vai andar enquanto não resolver».
FECHA
O total do ERP bate certo, ao cêntimo, com a soma
dos meios de pagamento. É o que se quer ver todos os dias, na Folha Diária.
FALTAM 12,00 €
A vermelho, com o valor: a conta do dia não
bate certo — assim, ou HÁ A MAIS 12,00 €. Confira os valores; se o erro
não aparecer mesmo, declare uma diferença em (J) e explique-a. Folha Diária.
OK
A mesma coisa que FECHA, na lista do
Histórico: aquele dia bate certo.
POR PREENCHER
A folha está toda a zeros. Ou é engano, ou a
loja esteve encerrada — e nesse caso marque Loja encerrada / feriado. Folha Diária.
JÁ EXISTE
Já há uma folha guardada nesse dia, para essa loja.
Guardar por cima é normal — é assim que se corrige. Folha Diária.
POR CONFERIR
Ninguém assinou ainda a conferência da manhã
seguinte. Folha Diária e Histórico.
CONFERIDA
Já foi conferida e não foi encontrado nada de
errado. Folha Diária.
COM NOTA
Quem conferiu escreveu alguma coisa: uma
divergência, um talão em falta, um problema. Leia a nota antes de exportar a semana.
Folha Diária, Histórico e Resumo do Período.
ENCERRADA
Dia sem movimento de caixa, marcado de propósito.
Não conta como dia em falta. Histórico.
POR DEFINIR
Essa loja ainda não escolheu o terminal de
cartões. Enquanto não escolher, a folha diária dessa loja não abre para dias novos.
Configuração.
PRONTA
Loja configurada, com terminal e nome de banco.
Configuração.
2,00 € falta
Na coluna Dif. caixa do Histórico: a
diferença que foi declarada nesse dia. Diz (MB) ao lado quando foi no terminal de cartões e não
no dinheiro. Histórico.
difere 5,00 €
O que foi depositado não é igual ao que havia
a depositar nessa semana. Histórico, em Períodos e depósitos.
ATRAVESSA O FIM DO MÊS
O período escolhido apanha dois
meses. Use Cortar no fim do mês e faça duas folhas, como no papel.
Resumo do Período.
ATENÇÃO
A aplicação está aberta noutro separador e os dados mudaram lá. Feche um dos separadores: se
trabalhar nos dois ao mesmo tempo, o último a guardar substitui o trabalho do outro.
Folha Diária.
sem folha
Há documentos guardados nesse dia, mas nenhuma
folha lançada. Ou falta lançar o dia, ou os documentos ficaram na data errada.
Histórico, em Documentos guardados.
Dúvidas frequentes
A aplicação pode enganar-se num cêntimo?
Não. As contas de dinheiro não são feitas com casas decimais: são feitas em cêntimos inteiros, e a
verificação é uma igualdade exata. Ou dá o mesmo cêntimo, ou a aplicação diz que não fecha. Não há margem
nem tolerância — é por isso que FECHA quer dizer mesmo que bate certo.
Que conta é que a aplicação faz para dizer FECHA?
(A) Total do ERP = (B) Total MB + (E) Numerário + (F) Glovo + (G) Descontos TPA + (H) Outras formas de
pagamento + (K) Cheque oferta + (L) Ticket + (M) Uber.
As despesas e as diferenças ficam de fora desta soma, porque nenhuma das duas é uma
venda. O que fazem é descontar ao dinheiro que há para depositar.
Uma troca de artigo estraga o fecho da caixa?
Não, e não obriga a conta nenhuma. Tudo o que se passa numa troca também é lançado no ERP — a devolução
do artigo antigo e a venda do novo —, por isso o (A) Total do ERP que copia para a folha já vem
certo. A folha de caixa segue o ERP, não o corrige.
O que conta para a folha é só isto: entrou ou saiu dinheiro da caixa? · Trocou por um artigo do mesmo valor: não entrou nem saiu nada. Só a linha em + Troca.
· Trocou por um mais caro e o cliente pagou 15 € de diferença em dinheiro: esses 15 € entram
no (E) Numerário, como qualquer venda. Se pagou com cartão, vêm no talão do terminal.
· Trocou por um mais barato e devolveu 15 € ao cliente: esse dinheiro sai da caixa, e o ERP
baixa as vendas nos mesmos 15 €. As duas coisas descem juntas e a folha fecha.
Em nenhum destes casos se soma ou subtrai seja o que for à mão. E nunca se põe uma troca
ou uma devolução nas Despesas: isso tirava o valor uma segunda vez.
Se a folha não fechar num dia em que houve uma troca, o problema quase nunca é a troca — é o
dinheiro não ter entrado ou saído como devia, ou o lançamento no ERP ter ficado por fazer. Confira o
talão antes de declarar uma diferença.
Anulei um talão. Tenho de tirar esse valor da folha?
Não. O talão anulado já não conta no (A) Total do ERP — a anulação é feita no ERP e o total do
fecho já vem sem ela. Registe-a em + Anulação, junte o talão anulado, e não mexa nos valores.
O cuidado é outro, e é físico: se o dinheiro chegou a entrar na caixa, tem de sair. Se
ficar lá, no fim do dia há dinheiro a mais do que as vendas e a folha não fecha — e ninguém percebe
porquê no dia seguinte.
Vales e faturas simplificadas duplicados têm de ser anulados no próprio dia. Depois de o
documento seguir para a sede já não se corrige na loja.
(G) Descontos TPA: o que é que se escreve aqui? E qual é a diferença para as (D) comissões?
São duas coisas diferentes e é fácil trocá-las.
(D) Comissões — o que o banco cobra pelas transações de cartão do dia. Vêm impressas no
talão de fecho do terminal, e copiam-se para a caixa das comissões desse terminal, lá em cima.
(G) Descontos TPA — os descontos de parcerias passados no terminal: o cartão do
SLB é o exemplo mais comum. A venda entra no ERP pelo valor todo, mas essa parte do desconto não
chega à loja em dinheiro nem em cartão — por isso escreve-se aqui, e é assim que a folha fecha.
É uma comissão à parte das comissões do dia, e fica num campo próprio porque não é debitada
à empresa. Se em vez disso a somasse às comissões do terminal, misturava o que o banco cobra com o
que a parceria desconta — e a folha do dia deixaria de dizer a verdade sobre nenhum dos dois.
Um dia sem parcerias deixa este campo em branco. Não é preciso escrever zero.
Cheque oferta: onde é que se regista?
Há três situações, e só duas delas tocam no campo (K).
1. O cliente compra um cheque oferta de 50 € e paga em dinheiro.
É uma venda como outra qualquer: o ERP regista a venda e o dinheiro entra mesmo na caixa.
→ o total das vendas sobe 50 € e o numerário sobe 50 €.
A caixa do cheque oferta fica vazia.
2. O cliente leva um produto de 50 € e paga com o cheque oferta.
O ERP regista a venda, mas não entra dinheiro nenhum — nem na caixa nem no cartão. O dinheiro já
tinha entrado no dia em que o cheque foi comprado.
→ o total das vendas sobe 50 € e escrevem-se 50 € no cheque oferta.
Nada em numerário.
3. O cliente leva 80 €, paga 50 € com o cheque e 30 € em dinheiro.
O pagamento reparte-se pelas duas caixas.
→ vendas: 80 €. Cheque oferta: 50 €. Numerário: 30 €.
Nos três casos a folha fecha, porque a soma das formas de pagamento dá o total das vendas.
Se se esquecer do cheque oferta, a folha diz que faltam 50 € — e é assim que se dá pelo
esquecimento.
Agrafe sempre a cópia do cheque usado, como diz a folha em papel: em Documentos do dia,
escolhendo Cheque oferta em "Anexar como".
Outras regras do cheque oferta, que convém saber ao balcão: · O cliente pode descontar vários cheques na mesma compra — somam-se, e o que faltar paga-se
em dinheiro ou no cartão.
· Não se compra um cheque oferta com outro cheque oferta. · O cheque tem data limite impressa no talão: passada essa data não é aceite.
· Não é válido na loja online, só nas lojas demo.
· Perdido ou extraviado, não há segunda via nem devolução do valor.
· A reimpressão de um cheque só se faz no próprio dia da compra, e só se houve um problema de
impressão. Quem vier noutro dia dizer que perdeu não tem reimpressão.
O cheque foi comprado noutra loja, ou há três semanas. Faz diferença?
Nenhuma. Cada folha regista apenas o que aconteceu naquela loja, naquele dia. O cheque comprado em
Braga entra na folha de Braga como venda paga em dinheiro; usado em Alvalade três semanas depois, entra na
folha de Alvalade em (K). As duas folhas fecham, cada uma por si, e nenhuma precisa de saber da outra.
Seguir o rasto de um cheque — quais foram emitidos, quais já foram usados — é trabalho do ERP.
A folha de caixa só regista movimentos do dia.
Onde estava o quadro dos cartões apareceu um quadro vermelho. Está avariada?
Não. É a primeira vez que essa loja é usada neste computador, e a aplicação está a pedir uma coisa que só
a loja sabe: qual é o terminal de cartões, com o nome do banco. Escolha-o, carregue em
Guardar e continuar, e o quadro dos cartões aparece no lugar. Não volta a perguntar.
Uma folha já guardada abre sempre, mesmo que a loja esteja por configurar: a pergunta é só
para dias novos.
O banco do depósito não se pergunta aqui, de propósito: uma loja pode depositar em bancos
diferentes e o depósito pode não ser semanal. Escolhe-se no Resumo do Período, e é opcional.
Qual é a diferença entre o "terminal" e o "banco"?
O terminal é a máquina dos cartões que está no balcão — é de lá que vêm os valores dos cartões,
e é obrigatório dizer qual é. O banco é onde o dinheiro da caixa é entregue; escolhe-se no Resumo do
Período, é opcional, e pode ser diferente de semana para semana. Uma loja pode ter o terminal do
Millennium e depositar na CGD: são coisas independentes.
O que é o fundo de caixa e porque é que aparece ali?
É o troco que fica sempre na caixa e que não é venda nenhuma. O Numerário é o dinheiro da caixa
já sem esse fundo — é o que a folha em papel chama numerário real. Se contar a gaveta toda e
escrever esse valor no (E), a folha não fecha, e a falta é exatamente o fundo.
Escrevi o número da FCX e apareceu um aviso amarelo. Posso guardar?
Pode. O aviso diz apenas que o número salta ou recua em relação à última folha desta loja.
Às vezes é mesmo assim — um dia encerrado, por exemplo, não gasta número. Mas os saltos de numeração e as
folhas duplicadas são dos erros que a sede mais encontra, por isso confirme no ERP antes de guardar.
Quando é que se faz o depósito e o resumo da semana?
A semana conta de segunda a domingo e o depósito faz-se à terça-feira. O resumo não se
deixa para o fim: preenche-se todos os dias, por quem faz e assina a folha desse dia. O talão do
depósito junta-se ao resumo e regista-se, nesse dia, na folha de caixa do ERP. Os documentos seguem para
a sede a 1 e a 15 de cada mês.
Ticket Educação, Ensino, Euroticket Estudante: onde é que se registam?
Depende do formato, e é aqui que se engana com facilidade.
Em cartão — funciona como um multibanco: passa-se no terminal e no ERP o modo de pagamento
é Multibanco. Ou seja, já está contado no Total MB: veio no talão de fecho do terminal.
Não o escreva também no Ticket — se o fizer, a folha diz que há dinheiro a mais, porque contou o
mesmo valor duas vezes.
Em papel — no ERP o modo de pagamento é Cheque, com o número do ticket. Não passa
pelo terminal nem entra dinheiro na caixa. É este que vai à caixa do Ticket.
Em papel, a compra tem de ser de valor igual ou superior ao ticket: não há troco nem
devolução da diferença. Se a compra for maior, o cliente paga o resto em dinheiro ou cartão — e essa
parte entra no numerário ou nos cartões, como em qualquer outra venda.
Guarde os tickets em papel. São eles que se enviam para reembolso, e há prazo: até 30 dias
depois da data de validade impressa no talão.
Ao vender um cheque oferta, o ERP pediu o motivo de isenção de IVA. Qual é?M99 — Não sujeito ou não tributado. Escolhe-se esse e termina-se a venda normalmente; o cheque sai
impresso a seguir à fatura. Na folha de caixa não muda nada: continua a ser uma venda normal, com o
dinheiro a entrar em numerário ou no cartão.
Devolvi um artigo e dei o dinheiro ao cliente. Onde é que isso entra?
Em lado nenhum, além de + Devolução nas ocorrências. O dinheiro saiu da caixa, mas o ERP também
baixou as vendas do mesmo valor: as vendas e o numerário descem juntos e a folha fecha sozinha.
Não ponha nas Despesas — isso tirava o valor uma segunda vez. Junte o vale de reembolso
rubricado como comprovativo da ocorrência.
O (B) Total MB apareceu preenchido sozinho. Está certo?
Está. O Total MB é a soma de tudo o que passou nos terminais: o valor sem comissões mais as
comissões, de cada terminal. Quando há mais do que um terminal, os totais das duas colunas também são
somados pela aplicação.
Enganei-me e já guardei. Como corrijo?
Abra o mesmo dia — a mesma loja e a mesma data —, corrija os valores e carregue outra vez em
Guardar folha. Fica gravado por cima, sem criar uma folha repetida.
Carreguei em Limpar formulário. O que é que isso apaga?
Tudo o que está escrito no ecrã naquele momento: valores, nome, login, ocorrências, despesas e os
documentos juntos a esse dia. Não apaga a folha já guardada: se voltar a abrir o dia, ela volta
como estava. Aparece sempre uma pergunta de confirmação antes.
Onde é que isto fica guardado? E se o computador se estragar?
Fica só neste computador, dentro da aplicação. É por isso que o Excel exportado é importante: é ele o
arquivo. Convém, de vez em quando, usar Exportar tudo (Excel) no Histórico e guardar esse ficheiro
na rede.
Posso usar isto num tablet?
Pode, e num tablet tem a vantagem de a câmara estar logo ali: o botão Tirar foto abre a câmara do
tablet, fotografa-se o talão e ela fica junto à folha. Os campos e os botões são maiores no ecrã tátil.
A única coisa que não funciona em tablet é ligar uma pasta do computador, que é uma comodidade e não faz
falta nenhuma.
Posso usar a aplicação em duas lojas no mesmo computador?
Pode. As folhas ficam separadas por loja: basta escolher a loja certa no cimo da Folha Diária.
Abri a aplicação em dois separadores. Há problema?
Há, e a aplicação avisa. Se trabalhar nos dois ao mesmo tempo, o último a guardar substitui o outro.
Antes de o fazer, pergunta — e, se responder que não, não grava nada. O melhor é fechar um deles.
Fechei sem guardar. Perdi tudo?
Quase de certeza que não. Se fechar a janela com coisas por guardar, o navegador pergunta primeiro, e
pode voltar atrás. E se o computador se desligar de repente — falta de luz, o computador a bloquear —,
a aplicação vai guardando sozinha uma cópia do que está escrito, de vinte em vinte segundos — e
também no momento em que muda de dia ou de loja. A cópia é de cada dia e de cada loja: se
deixou o dia 8 a meio e foi ver o dia 9, o dia 8 continua guardado.
Quando voltar a abrir esse dia, pergunta: «Há trabalho por guardar neste dia. Quer recuperar o que
estava escrito?». Responda Sim, confira os valores e carregue em
Guardar folha — a cópia só serve para isso, não é a folha guardada.
Mesmo assim, o hábito certo é guardar antes de sair.
Apareceu um aviso a dizer que a memória do computador está a ficar cheia.
A aplicação guarda tudo dentro deste computador, e esse espaço não é infinito — as fotografias são o que
mais ocupa. O aviso aparece antes de o espaço acabar, para dar tempo de agir, e não impede de guardar.
O que fazer, por esta ordem: 1) no Histórico, Exportar tudo (Excel) e guardar esse ficheiro
na rede; 2) confirmar que os Excel das semanas antigas já foram enviados e estão arquivados;
3) ainda no Histórico, em Documentos guardados, apagar os documentos até uma data.
Apagar os documentos antigos liberta a maior parte do espaço e não apaga as folhas.
O computador estragou-se. Como ponho isto a andar noutro?
Copie o ficheiro da aplicação para o computador novo e abra-o. Vem vazio: os dados não andam com o
ficheiro, ficam no computador. Depois, no Histórico, carregue em Importar Excel desta app
e escolha o último Exportar tudo (Excel) que tinha guardado na rede — as folhas voltam todas.
A importação nunca apaga o que já lá está, só acrescenta, por isso pode importar mais do que um ficheiro.
As fotografias e os ficheiros anexados não voltam por aqui: esses estão nos Excel e nos ZIP das
semanas que já enviou. É por isso que vale a pena fazer Exportar tudo de vez em quando.
A aplicação avisou-me de valores negativos. Porquê?
Numa folha de caixa, o que se vendeu é sempre positivo, e uma despesa também. Um sinal trocado faz a
folha fechar por acidente e passa despercebido. Se o valor estiver mesmo certo, pode guardar à mesma:
a aplicação só chama a atenção.
Guardei uma folha sem nada preenchido e ela avisou-me.
Zero é igual a zero: uma folha toda a zeros bateria certo e depois não se distinguia de um dia
lançado a sério. Por isso a conferência marca-a POR PREENCHER, a amarelo, em vez de
FECHA. Se a loja esteve encerrada, marque Loja encerrada / feriado: assim fica claro que
foi de propósito. Se foi engano, preencha os valores.
Posso exportar duas semanas de uma vez?
Não. O quadro tem sete colunas, uma por dia da semana, e não consegue representar mais do que isso. Se
aceitasse, os dias a mais ficavam de fora das colunas mas continuavam a contar nos totais. A aplicação
avisa e não deixa exportar: faça uma semana de cada vez.
O valor depositado já vem preenchido. Isso conta como depósito feito?
Não. Enquanto disser valor sugerido por baixo do campo, é só uma sugestão. Para o depósito ficar
registado, indique pelo menos uma destas três coisas — a data no ERP, o n.º da Folha de CX
ou quem depositou — e carregue em Guardar dados do depósito.
Mudei o nome de uma loja. E as folhas antigas?
Acompanham, e os documentos também. A aplicação pergunta antes e diz quantas folhas vão mudar. E não
deixa pôr duas lojas com o mesmo nome, porque isso misturava as folhas das duas.
Aparece um aviso a dizer que a pasta automática não está disponível.
Não faz falta nenhuma: é uma comodidade que só funciona no Edge e no Chrome. Os documentos juntam-se na
mesma com Tirar foto, Escolher ficheiro ou Ctrl+V, em qualquer navegador.
Fotografar documento
Pouse o talão numa superfície plana, com boa luz, e carregue em Capturar. Pode fotografar vários seguidos.